Tirania dos dragões

O acampamento militar
Tirania dos dragões S02EP02

Renovados e descansados, o grupo se levanta rapidamente e partem para o acampamento, e o descobrem numa depressão enorme rodeada por um matagal alto na parte de cima das colinas. apenas uma rampa natural dá acesso ao acampamento e eles decidem se esgueirar pelo matagal rodeando-o para ver a situação geral. Enquanto caminham à beira do acampamento vêem várias barracas montadas com muitos kobolds, cultistas e lagartos, aldeões trabalham acorrentados próximo a entrada levando chibatadas e sendo xingados enquanto carregavam caixas e quebravam pedras. Duas torres de vigia tomavam conta do lugar todo, uma na entrada com vários kobolds e outra na parte de cima com 5 cultistas, nessa ultima, uma trombeta enorme estava fixada na ponta da colina como um alarme caso algo acontecesse, no fundo do acampamento, uma barraca maior e mais vistosa estava armada próxima de uma caverna e ao lado de madeiras fincadas no chão com uma pessoa presa, que quando observada melhor, foi identificada como Leosin Erlanthar o monge que havia sumido, ele estava muito machucado e preso nas madeiras.

O grupo então criou um plano, aguardaram até anoitecer e Arkmen Rá ateou fogo no matagal longe do acampamento chamando atenção de todos do acampamento, com uma corda Angell desceu pela encosta da montanha, libertou Leosin e o subiu com Yevelda e Durandil puxando-os para cima. Após o salvamento com sucesso, eles correm de volta para a cidade de Greenest onde Leosin agradece a eles pelo resgate e explica que ele precisa se recuperar e ir e avisar sua ordem do que está acontecendo.

Leosin pede aos grupo que voltem ao acampamento pois após seu sumiço, eles provavelmente iriam embora dali para planejar um próximo ataque e ele precisava saber o que estariam escondendo exatamente na caverna, pois ouvira boatos que Rezmir estaria guardando ovos de dragão vermelho para chocá-los.

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Viajando para o sul de Greenest
Tirania dos dragões S02EP01

A viagem para rumo ao sul da cidade se iniciou tranquilamente com o caminho livre e a luz da lua iluminando o caminho, o grupo não perdeu tempo e partiu em busca do acampamento ainda na madrugada observando as marcas deixadas pelo exército que deixara a cidade. Não foi difícil observarem para onde a maior parte das pegadas rumavam e que entre elas haviam pés humanos, de kobolds e dos lagartos maiores. Após poucas horas à cavalo, avistam um pequeno desfiladeiro, uma fina fumaça subindo ao céu à frente e a silhueta do que parece ser um pequeno acampamento. Arkmen Rá decide ir à frente pedindo a todos que aguardem seu retorno, ele desmonta e, utilizando uma conjuração, seu corpo se transforma num draconato, não muito alto ou forte, mas com todos os detalhes que lhe fariam parecer com um, e assim ele vai até o pequeno acampamento vendo que cultistas e kobolds arrumam suas coisas depois do que parecia ter sido um tipo de refeição, as armas postas de lado encostadas na elevação rochosa e todos dispersos.
Dois cultistas o vêem chegando, se aproximam e questionam quem é ele e o que ele quer ali, Arkmen mente dizendo ser um dracotano heremita que, perambulando por ali, ouviu dizer que havia mais alguns de sua raça próximo e ele resolveu procurá-los para ver se encontrava um bom lugar para descansar e se recuperar da viagem, os cultistas concordaram que fazia sentido e disseram a ele que era seu dia de sorte, pois no acampamento a frente ele poderia falar com Furiazul. O bruxo, como por um impulso, perguntou quem era Furiazul, e essa pergunta intrigante chamou a atenção dos cultistas, como um draconato não conheceria tal nome? se aproximando mais, pediram que ficasse com eles, com um pequeno sinal pelas costas, alertaram os outros do acampamento e após alguns passos mais a frente, Arkmen estava correndo para trás, gritando por ajuda de seus companheiros e acertando um dos cultistas com um raio flamejante de suas mãos.
A luta não foi complicada pois os cultistas e kobolds não esperavam que alguém da cidade os seguisse após o saque mas demorou o suficiente para que, no final, enquanto arrumavam suas coisas para seguir viagem, um anão austero e parrudo chegasse à cavalo até eles. O anão tinha uma postura imponente, trajava uma armadura completa e um alto escudo, nas suas costas um malho trabalhado com os metais dos anões, Hurin o reconheceu assim que o viu e fez uma reverência, seguida por todos os outros que não sabiam quem era o tal anão, menos por Arkmen Ra. Ainda em cima do cavalo, o anão os cumprimenta e se apresenta como Durandil e diz que ficou sabendo do ocorrido em Greenest e como tem assuntos a tratar com o culto do dragão resolveu ver o que estava acontecendo, Tarbaw Nighthill o avisou que o grupo havia vindo para o sul e então ele viajou até ali. Interado da situação que havia acontecido na cidade e no acampamento até aqui, decide segui-los e ver o que há nesse lugar para onde estão indo.

Mais algumas horas de viagem e após saírem do desfiladeiro, Durandil avista, de longe, em uma formação rochosa enorme como dois pilares alguém, se escondendo por trás de uma delas, ele avisa a todos, mas a maior parte do grupo parece interessada em verificar de perto quem é a tal pessoa. Quando chegam até lá, são pegos de surpresa por uma enorme pedra jogada de uma das formações que quase os atinge em cheio, cultistas aparecem de todos os lados e alguns do alto das pedras atacando-os firmemente com cimitarras, azagaias lançadas do alto e conjurações de cura que auxilia os inimigos deixando a batalha muito complicada e difícil para todos. Um a um, os inimigos vão morrendo lentamente pelos golpes precisos de todos do grupo, Arkemn enfeitiça um dos clérigos inimigos que passa a ajudá-los e Mulan cercado por inimigos e fazendo o possível para derrubá-los não consegue se livrar de todos, Hurim deixa de protegê-la focando em seus golpes de machado e assim, a monge morre no meio da batalha.

Enraivecidos pela companheira perdida, o grupo se reúne novamente no campo e começam a lutar bravamente, inspirados por uma música de encorajamento de Angell e os inimigos não conseguem segurá-los. O ultimo vivo, o clérigo enfeitiçado desce e dá as informações do acampamento militar para o grupo para ser morto depois com a garganta cortada no fio da adaga de Angell.
A luta foi dura e cansativa, todos ficaram exaustos e então, decidem descansar e continuar a viagem até o dia seguinte. Nessa hora, o sol está nascendo no horizonte.

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O ataque do dragão azul
EP01S03

O grupo corre pelas escadarias da torre para enfrentarem o dragão, e junto com os guardas, atiram flechas para o alto tentando afungentá-lo, Arkmen Rá e Hurin unem-se com o poder de aumentar a voz com o conhecimento dracônico para perguntar ao dragão o que ele quer ali. a resposta é simples e seguida de um ataque na torre, “Tesouro para a rainha”. os ataques continuam e soldados vão morrendo sendo arremessados com os raios que atingem o forte. Hurim decide descer para interrogar o cultista capturado enquanto Arkmen busca baús de tesouro nos porões para levar para a torre no intúito de manda o dragão embora e parar o ataque. Nesse meio tempo, Angell, Mulan e Yevelda conseguem causar danos suficientes para irritar o dragão e por algum motivo fazê-lo ir embora, ao mesmo tempo em que, pela porta lateral do forte, um grupo de kobolds, um cultista e um lagarto gigante encontram uma brecha por uma porta danificada e entram no forte, os aventureiros correm para baixo para enfrentá-los. Arkmen Rá vai para o parapeito, deixando os baús no meio do caminho, para atirar suas magias no lagarto de lá.
O ataque na parte de baixo do forte é rapidamente terminado mas logo Angell, Mulan e Yevelda sobem para o primeiro andar para salvar Arkmen que caiu inconsciente devido a um ataque do lagarto que, subindo pela parede do forte, lhe deu um ataque surpresa.

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Com os ataques na vila cessando, uma voz alta se faz ouvir vinda da frente do forte, um Dragonborn azul dizendo que se sente generoso pois a noite fora muito boa, traz consigo um grupo grande de kobolds e 4 prisioneiros e diz que quer trocar a vida dos prisioneiros por uma luta com o melhor guerreiro que houver na cidade.
Um dos guardas do forte diz que duas prisioneiras são sua esposa e sua irmã menor e parte para a frente sendo parado prontamente por Castelão Escobert, o vermelho, Arkmen diz a ele que sua emoção não o deixaria lutar direito e então, Yevelda sentindo-se chamada para um desafio, diz que vai ser a lutadora que o enfrentará.
Ela sai do forte enquanto o bruxo sobe novamente no parapeito e começa suas orações a Rá, pedindo pela luz do dia e por uma luta boa para a Meio-orc. A luta começa no instante em que o primeiro raio de sol aponta e foca diretamente no oho do dragonborn dando vantagem a Bárbara que desfere um golpe poderoso no guerreiro, o dragonborn no entanto é muito habilidoso e forte, e com poucos golpes bem desferidos, derruba Yevelda. Como prometido, ele solta os prisioneiros, dá as costas à vila e ruma para o sul. A cidade é deixada para trás pelos mercenários e cultistas e o grupo pode finalmente descansar. No dia seguinte, restaurados e agradecidos por Tarbaw Nighthill e os oferece recursos e uma recompensa de 250 PO para cada caso eles descubram o acampamento dos mercenários, o motivo dos ataques, a quantidade de mercenários no acampamento e onde será o próximo ataque. Eles decidem que seria importante para todos encontrar essas respostas e a recompensa seria bem vinda e partem para o sul, em busca do acampamento.

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A tirania dos dragões
EP01S02

Angell Arkmen Rá e Yevelda acabam se encontrando novamente próximos ao alçapão que leva à passagem secreta do forte, lá encontram mais duas pessoas dispostas a ajudar a salvar os aldeões, Mulan e Hurin. Após uma rápida apresentação, eles descem pelo largo túnel que se parece com um esgoto e no meio de várias caixas e barris velhos e quebrados são atacados por uma infestação de ratos enormes.
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Resolvem a situação sem problemas e destoem as trancas das grades abrindo caminho para saírem pela parte de trás do forte, já na encosta do riacho que corta a cidade de Greenest.
O grupo sobe para a cidade buscando aldeões para resgatar e tentando entender quem está atacando o local e são atacados de surpresa por um grupo de cultistas e kobolds que armaram uma cilada para eles. A luta é dificil, fazendo com que Mulan caia inconsciente. Hurin vasculha e estuda o corpo do cultista morto e descobre que eles fazem parte do culto do dragão. Ficam em dúvida sobre continuar em frente deixando Mulan e mais alguém para trás ou se voltam ao forte. Ao ver a dificuldade que se encontravam, Arkmen Rá retira uma moeda de ouro do bolso e entoa uma oração ao seu deus, Rá, e pede para que sua luz possa iluminar os caminhos de todos e queimar as feridas da monge para que ela possa lutar novamente, a moeda esquenta, a ferida cauteriza e Mulan recobra a consciência.
Muitos dos aldeões amedrontados viram quando o grupo matou os cultistas e os kobolds e correram na direção deles para serem salvos. Angell e Mulan levam todos pela passagem secreta para dentro do forte e são informados por Tarbaw Nighthill que após verificar a estratégia do ataque dos cultistas, descobriu que eles não estavam lá para tomar o forte ou qualquer estrutura e sim para pilhar a cidade, informa que os cultistas estão vestindo mantos de cores diferentes e que eles representam uma hierarquia e por fim, mostra um cultista aparentemente muito poderoso, dando ordens a todos os outros e extremamente cercado por vários kobolds e outros cultistas. Tarbaw avisa que provavelmente tentar atacá-lo seria insanidade, mas que se pudessem trazer algum outro cultista para ser interrogado, poderiam descobrir o motivo do ataque. Angell e Mulan voltam para o grupo para informá-los de tudo isso.

Durante o tempo que ficaram observando a cidade, avistaram muitas pessoas trancadas dentro do templo de Chautea, deusa da colheita, e um cultista de roxo comandando dois mercenários com um aríete na porta da frente, um outro grupo de kobolds na porta dos fundos e um terceiro fazendo ronda ao redor de algumas casas, marcando o tempo mentalmente, eles se escondem por trás das residências e atacam o grupo de trás do templo numa emboscada mortal, matando todos rapidamente e então, levando os corpos para dentro do templo pela porta de trás. Lá dentro, uma massa de pessoas a beira da loucura gritam e choram em desespero e o sacerdote, sereno, aguarda sentado ao lado com calma. Eles tentam avisar a todos para seguirem com o grupo até o forte, mas o caos é grande de mais para que alguém preste atenção neles, como o sacerdote está ferido, Angell decide ir na frente com ele, levando-o em segurança para o forte, as tentativas de avisar o restante não são eficazes a tempo suficiente e a porta da frente é destruída com kobolds e mercenários entrando e matando aldeões e guardas.
O grupo dá o seu máximo, lutando com eles e nocauteando o cultista, as pessoas fogem sem rumo pela cidade, desordenadas, mas eles agora voltam ao forte com um cultista de manto roxo amarrado com eles.
Enquanto o cultista preso não acorda, eles decidem descansar, no entanto, apenas uma hora apenas, gritos e correria acordam-nos novamente. O dragão azul começara a atacar o forte, o único refúgio da cidade, o único local onde eles ainda poderiam estar a salvo. Castelão Escobert, o vermelho, o castelão, fica ao lado do cultista para que nada de errado aconteça e pede a eles que ajudem os guardas a manter o dragão afastado do forte.

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A tirania dos dragões
EP01S01

Num comboio que viajava noite a dentro do grande reinado de Amn a caminho de Baldurs gate, os carroceiros decidem ir pelo caminho mais longo devido aos avisos de perigosos bandidos e ataques na estrada, subindo direto pela estrada mais curta. Dentro da ultima carroça, uma barda canta com sua bana alegrando a noite, uma meio-orc bárbara e um homem encapuzado misterioso seguem em silêncio apesar da música, ao chegarem no topo da colina que dá vista à Greenest, uma cidade pequena porém de grande influência comercial na costa da espada, vêem fumaça saindo da cidade e as carroças e carruagens param para observar.
Saindo da carroça, o estranho sobe o morro para ver o que aconteceu e vê a cidade em chamas, ligando a situação a uma visão que teve no passado, em seus tempos de hermitão, percebe que precisa ir até lá para ver o que está acontecendo e utilizando sua magia, começa a criar fenômenos de vento e trovões, gritando para todos que precisam ir em frente devido à tempestade que se aproxima. Se aproximando do primeiro carroceiro, puxa conversa e vai aos poucos convencendo-o de que talvez haja tesouros na cidade que podem ser divididos entre eles. O carroceiro então avisa a todos que irá em frente e quem quiser partir com ele, que entre na carroça. Alguns aldeões, a meio-orc e a elfa barda começam a partir, convencidas de que uma tempestade se aproxima mesmo.

No caminho, já próximos da cidade, avistam um enorme dragão azul que sai do meio das nuvens voando ao redor da cidade e soltando raios da boca que incendeiam os campos próximos, 3 homens encapuzados saem das laterais da estradas em direção a caravana com um guarda atrás deles. Enquanto os aldeões e o carroceiro fogem, os 3 aventureiros atacam os homens encapuzados matando um deles enquanto outro acaba fugindo, o terceiro é capturado e apanha violentamente pela bárbara, que se apresenta ao grupo como Yevelda. Arkmen Rá, agora retirando seu capuz e desfazendo a magia que esconde seu rosto demoníaco, interroga o homem que diz ser um cultista do culto do dragão, a serviço da rainha dragonessa que busca um grande tesouro para ela. Também revela que no acampamento dos comandantes do ataque da cidade, ouviu dizer que guardam fortemente uma ninhada de ovos de dragão vermelho. Após ouvir tudo isso, o grupo segue para a cidade, matando o cultista antes.

Chegando na cidade de Greenest, percebem que a cidade está caótica, o dragão azul sobrevoa as construções apenas botando medo em todos, aldeões tentam fugir para um forte no centro da cidade enquanto outros são dizimados e suas casas queimadas. Uma família de pai, mãe e 3 filhos aparecem fugindo de 6 kobolds e passando pelos aventureiros. A mãe, com uma lança quebrada e um escudo de madeira pequeno, para para atrasá-los e o grupo se coloca a frente para ajudá-la. Os kobolds ainda são maioria e conseguem deixá-la inconsciente após diversas facadas. Apesar da luta ter sido dolorosa, os kobolds são sobrepujados e o grupo corre com a família salva para o forte.

Lá dentro, após apenas 1h de descanso, são chamados pelo castelão Castelão Escobert, o vermelho que pede a eles que saiam novamente e resgatem mais aldeões, no entanto, essa missão não é bem vista por Yevelda e por Arkmon, mas Angell sai em busca das informações necessárias para sair do forte a auxiliar os aldeões.
Após uma conversa não muito amigável com o anão, os dois são abordados por Tarbaw Nighthill, governador de Greenest explicando a situação militar e estratégica da cidade, tentando como um último recurso oferecer um pouco de dinheiro e armas a eles caso eles possam ajudar no resgate das pessoas da cidade. Dado o interesse da bárbara nas novas armas e do interesse do warlock no dinheiro, eles aceitam após a informação de que há uma passagem secreta por dentro do forte que pode levá-los até a cidade mais escondidos. O grupo vai até a passagem, um alçapão com um buraco no chão que os leva até um tipo de esgoto enorme e escuro…

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